Leonardo Picarelli
Sou estudante de Administração e trabalho como professor de inglês e espanhol. Moro em João Pessoa na Paraíba e gosto muito desta cidade que é (ou era) a terceira cidade mais arborizada do mundo!
Em uma sociedade como a nossa, existem muitas causas para lutar, basta escolher a sua. E foi em busca de fazer algo que pudesse trazer desenvolvimento que comecei a me engajar em causas sócio-ambientais.
Depois de passar 1 ano estudando e trabalhando em uma ONG nos EUA, pude aprimorar meus conhecimentos e me qualificar para desenvolver projetos sociais que pudessem,de fato, desenvolver uma sociedade. Logo após, embarquei para a África do Sul e Moçambique onde atuei como voluntário por 6 meses. Liderando projetos na área de educação, saúde, meio ambiente e doenças infecto-contagiosas.
De volta para casa, procuro contribuir para causas que possam tornar nosso país mais justa e igualitário.
E-mail (MSN) : leonardopicarelli@hotmail.com
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Ecohipócrita
Como muitos brasileiros, defendo o meio-ambiente com garras e unhas e se você defende um ideal, tem que ser de verdade e não apenas por aparência ou status. Tento fazer o máximo para termos um mundo ecologicamente correto. Desde o básico, como separar o lixo orgânico do reciclável, até economizar água e luz.
O grande problema para criaturas como eu, é que tem gente, muita gente que não ajuda. E pior, parece que tomam atitudes só para atrapalhar. Optar pelo transporte público é um exemplo. O governo defende, todos o defendem. Mais econômico e barato, porém, é mais estressante e demorado do que um carro. Isso sem contar o aperto, o calor no inverno ou verão, a total falta de comodidade. E ainda tiram os cobradores. Ai, tenho que ir de carro.
Por isso o meu nome, Ecohipócrita, defendo o meio-ambiente, mas como qualquer um, tenho meus problemas, horários a cumprir e tudo mais. Defendo, mas sou impedido de fazer muito do que gostaria em prol de uma vida mais sustentável.
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Laércio Guidio
Formado em jornalismo, com extensão universitária em: texto e contexto; narração e semiótica.
Sempre pautado pelas causas envolvendo ecologia e sustentabilidade, já percorreu vários estados brasileiros como: São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Espíritos Santo, Bahia e Rio de Janeiro visando propagar informações sobre as riquezas naturais do Brasil.
Na América do Sul percorreu países como: Colômbia, Bolívia, Peru e Uruguai em busca de idéias sustentáveis e verificação in loco da forma que é explorado o ecoturismo.
Co-autor do vídeo documentário “América do Sul: desafio dos mochileiros” rota Machu Picchu.
Responsável pela expedição jornalística “Brasil: cada canto um encanto”, que viaja para mostrar cidades com alto potencial turístico, sendo muitas delas pouco divulgadas.
Colaborador para mais de 70 jornais, sites e revistas em todo Brasil.
Defensor da obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista, luta esta expressada em artigos de grande repercussão nacional como: “Faculdade da vida é reconhecida pelo MEC?”.
Critico em jornalismo, com analise semiótica da linha editorial de jornais com abrangência nacional.
Autor de diversos artigos voltados para área do jornalismo, dentre eles: “Jornalismo na era da criatividade”; “Toda empresa deveria saber o poder do jornalismo”; “Novas tecnologias fortalecem o jornalismo on-line.
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Família Müller
Autores do livro: Para onde nós vamos? Os roteiros de viagem da Família Muller, a mais de uma década viajamos pelo Brasil e pelo mundo divulgando roteiros de viagem em família de forma simples e objetiva.
Colunistas de revistas e sites, em nossas reportagens, vídeos, palestras e vivências, buscamos incentivar o turismo em família, convidando o público a interagir entre si, com as diversidades culturais e sociais, e a natureza, gerando qualidade de vida, turismo responsável e sustentável, despertando também o amor e respeito pelo meio ambiente.
Encantados com a vida dos aventureiros que realizam grandes expedições e, diante da impossibilidade de largar nossa rotina, descobrimos que poderíamos viver aventuras como uma família comum, apenas nas viagens realizadas nas férias, feriados e fins de semana.
Encontramos nestas viagens uma forma lúdica e prazerosa para reforçar vínculos e atrair felicidade para nossa relação familiar.
Visite nosso site e conheça o trabalho da Família Müller – www.familiamuller.com.br
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Beatriz Risek
Comecei lecionando ingles para crianças da então chamada Pré escola …sim, faz muito tempo! Isso foi em 1983! Na sequencia, passei a alfabetizá-las e a prepará-las para o ingresso em grandes colégios de São Paulo: era a época do vestibulinhos e a concorrência – tanto quanto a tensão – eram imensas junto aos pais; mas fui muito bem sucedida, graças, sobretudo, à descoberta de minha vocação.
Diante desse cenário profissional, cursei Pedagogia, habilitando-me para ser Supervisora / Diretora Escolar e Orientadora Educacional. Os tempos mudaram, as crianças passaram a freqüentar a escola bem mais cedo do que de costume (logo aos 15, 16 meses de idade) e os problemas de aprendizagem foram surgindo, muitos em decorrencia de estimulação precoce (quase diária) da comunicação oral e escrita. Escola e família antecipavam a aquisição da leitura e da escrita, atropelando as etapas naturais de desenvolvimento cognitivo e fisiológico. Vivenciando esses problemas e demais dificuldades de aprendizagem, cursei Psicopedagogia e Psicomotricidade. Até então, trabalhava em uma escola bilíngüe e também no Colégio Dante Alighieri, ambas em São Paulo.
Em 1996 / 1997, descobri que havia vida inteligente e empreendedora fora dos padrões da carteira assinada e passei a trabalhar como autônoma, abrindo empresa e prestando consultoria e assessoria pedagógicas para a Escola do Futuro da Universidade de São Paulo (www.futuro.usp.br), um núcleo de pesquisas da USP. Coordenei formações de professores de redes públicas de ensino em TIC´S (tecnologias da informação e da comunicação) e, talvez pelo excesso de arsenal tecnológico que indicava a transição dos modelos analógicos para os digitais, passei a me interessar e a me dedicar a trabalhos de Responsabilidade Socioambiental, voltados, inicialmente, para os princípios básicos e elementares dos 3RS: reutilização, reaproveitamento e reciclagem de materiais. O primeiro trabalho foi para a Faber-Castell (www.faber-castell.com.br) criando conteúdo simultâneo de Arte Educação e aulas baseadas em EcoPedagogia e Alfabetização Ecológica para as séries inicias do Ensino Fundamental I. Na mesma época, comecei a elaborar o site infantil Sou Amigo do Mar (http://www.souamigodomar.com.br/) e o site do Programa Escolar Amigos do Mar (http://www.amigosdomarnaescola.com.br/) , atividades que faço até hoje.
Realizei, também, um trabalho de Educação Ambiental para a MRS Logística – concessionária que opera a chamada Malha Sudeste da Rede Ferroviária Federal – com foco na orientação sobre o correto descarte de lixo (em geral) que a população de alguns municípios (por onde o trem passa) insistia em ignorar, deixando sofás, pneus, armários e toda sorte de materiais no meio dos trilhos, “para que o trem levasse embora”. Este trabalho foi feito por intermédio do instituto Crescer para a Cidadania.
No meio do caminho, escrevi (com a colaboração de uma jornalista) duas matérias para a Revista ECO SPY (http://www.ecospy.com.br/site/index.php?pt_atual); ministrei inúmeras palestras sobre tecnologia, educação e sustentabilidade em faculdades, escolas e eventos educacionais e socioambientais.
Atualmente, além desses e de outros trabalhos socioambientais ainda em fase de negociação, estou resgatando minha formação inicial de Pedagoga Escolar e cursando Pós Graduação em Reabilitação Neuropsicológica, para atender de recém nascidos a idosos com comprometimento cognitivo.
Meu site pessoal é http://www.biarizek.com.br/index.php?Homepage.
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William Rodriguez Schepis
Desde muito cedo comecei a alimentar um profundo amor e respeito pelo mar e todos os seres que nele habitam. Essa paixão teve início aprendendo com meu pai, que aprendeu meu falescido avô, sobre alguns segredos do mar, elucidados pouco a pouco durante muitos mergulhos e pescarias amadoras de norte ao sul do litoral paulista. Ainda criança, me recordo da maravilhosa praia de Barra do Úna no litoral norte, de onde saíamos pelo rio Una de barco em direção ao mar aberto. Nessa praia com ondas fortes e cavadas, também tive a chance de aprender uma das coisas mais valiosas que levo comigo, o surf, um esporte espiritual assim como o mergulho. Já na adolescência conheci bem as praias de Paraty, Trindade e Ubatuba, que guardam alguns paraísos para as práticas de mergulho e surf.
Em 2001 tive a oportunidade de passar 15 dias na Costa Rica com um grupo de amigos. Fiquei encantado com seu povo e sua biodiversidade, “pura vida!”. Em certa ocasião surfando em uma praia da costa oeste com fundo de corais e águas cristalinas, passei por cima de uma prancha de um mexicano que estava no meio da rebentação e perdi uma quilha removível da minha prancha. Fui até o carro e peguei a máscara de mergulho para ver se encontrava, pois se tratava de uma quilha de fibra de carbono. Mesmo tendo uma prancha reserva dentro do carro, quem disse que voltei a surfar novamente naquele dia. Havia tanta vida naqueles bancos de coral que nada me faria tirar aquela máscara tão cedo.
Depois dessa viagem, comecei a pensar em cursar alguma faculdade ligada ao mundo marinho e finalmente em 2007, após algumas tentativas de começar uma carreira em faculdades como comércio exterior e lazer e indústria do entretenimento, finalmente iniciei o curso a que tinha aptidão, Ciências Biológicas com enfase em Biologia Marinha na Universidade Santa Cecília.
Hoje cursando o último ano, continuo cada vez mais apaixonado pela vida marinha. Movido por essa paixão, em 2008, como resultado de estudos e acompanhamento dos impactos ambientais causados pelo lixo na Baixada Santista, iniciei um projeto acadêmico na UNISANTA chamado “Projeto EcoFaxina para Recuperação e Conservação do Estuário de Santos e São Vicente”, que hoje serve de base para as ações do Instituto EcoFaxina. O projeto tem como objetivo a implantação de uma agenda ambiental que propõe ações e programas visando a retomada da biodiversidade estuarina com resultados de repercussão sobre outros setores como a saúde, a pesca, o turismo e o bem estar social.